Apercebi-me que estava a fugir mesmo estando parada. Estava a fugir de um afastamento que irá ser necessário. Tentei ser forte e adulta. Tentei esquecê-lo mesmo estando, algumas vezes, na sua presença. Mas não consigo. Muitos dizem que é parvoíce deixar de ir a sítios que adoro porque ele também lá está, que existem mais pessoas, que não devia anular algo que goste por ele. Talvez seja burrice, mas eu tentei da melhor forma e não consegui. Agora é dar o corte radical e começar de novo. É afastar, anular e fazer a desintoxicação daquela pessoa que me é tão tóxica. Vai custar, vão estar acontecimentos e pessoas que adoro envolvidas, mas tenho esperança e fé que mais lá à frente, irei olhar para trás e respirar de alivio. Irei sentir-me de novo livre, com o Coração em Paz e revigorada para voltar a fazer aquilo que tanto gosto e que me enche e preenche o Coração mesmo na sua presença. Talvez comece só agora a prova de fogo: afastar-me para me conhecer!
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Um aviso há nevagação
Só sigo blogues porque QUERO e não porque me vão seguir de volta. Sigo porque gosto da escrita, dos assuntos, das fotografias, sigo porque gosto e gosto porque sim. Não percebo a mania dos comentários "sigo, segue de volta" ou "visita o meu, segue que eu sigo de volta". Eu quero que me sigam porque gostam de vir a este espaço, porque realmente querem seguir os meus desabafos deprimentes ( que realmente não interessam a ninguém), porque realmente querem seguir e não para ter mais uma seguidora. Se for por isso então podem esquecer que daqui não levam nada. Quero que estejam aqui de livre vontade e não com segundas intenções. Prefiro ter cinco seguidores que realmente se interessam por aquilo que escrevo, do que 2000 só porque sim e nunca mais cá põem os pés. Não levem a peito, mas isso de rally seguidores, visitas e comentários não me interessa, amigos na mesma ok?
Em 3,2,1... A Marta a ficar sem seguidores!
O que a Vida me trás
Nesta viagem ao Porto, enquanto partilhava vivências antigas e novas com as minhas amigas, pensava na admiração que tenho por elas. Hoje enquanto almoçava com uma disse-lhe que a admirava (e muito) e que era uma inspiração para mim. Ela riu-se, talvez tenha pensado que estava a exagerar mas não estava. Se há pessoa que aproveita, agarra, luta e merece todas as oportunidades é ela. Não nos conhecemos desde sempre, mas quero que esta amizade dure para sempre. Tenho muito orgulho em ter alguém assim ao meu lado, genuína.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Blog Your Dreams *
Voltei do Porto rouca, cansada mas com recordações fantásticas. A cidade é linda, estava com as minhas amigas e senti-me completamente em casa. As pessoas são uma simpatia e só temos razões de queixa em dois ou três cafés onde quase pedimos desculpa por querermos usufruir do serviço disposto e pago, os cafés. Sei que todos temos os nossos dias de sorrir mais ou menos, mas existe o mínimo que devemos ter em consideração. Afinal cafés há muitos e se é um frete os tirar, então existem muitos mais à espera de clientela. Mas adiante que isto de pessoas mal educadas há em todo o lado, estava a precisar de sair daqui. Confesso que soube-me a pouco e até precisava de mais. Não me fez tão bem como estava à espera, talvez por esperar de mais (sempre de mais), talvez porque foram dias cansativos a visitar tudo o que conseguíamos ou talvez porque tinha a cabeça ainda muito ligada a Lisboa. Agora é pensar na próxima viagem e agradecer as preciosas amigas que tenho ao meu lado. Obrigado, Obrigado, Obrigado!
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Apetecia-me tanto escrever, mas não me saí nada. Penso, escrevo, apago, não penso, escrevo à mesma, volto a apagar. Só consigo escrever frases soltas que juntas não fazem sentido e logo hoje que me faz falta. Tenho a cabeça a mil, logo é difícil conseguir organizar as ideias. Ando meia confusa, por um lado sinto que não estou parada, que trabalho, estudo, estou com os meus amigos, por outro sinto-me parada, à espera de dias com trabalho, à espera das aulas, à espera dos cafés com amigos. Tento fazer o melhor que sei, aproveitar as oportunidades que cada dia me trás mas sinto falta de mais. Talvez tenha eu que ir atrás das oportunidades e não ficar à espera que seja o dia a proporcioná-las. Mas onde, onde é que eu as encontro? E como, como é que as faço? Sinto-me sem bússola, à deriva pelas marés que estando calmas ou agitadas me levam para um destino incerto, Talvez só precise de calma para estes dias em que a Vida estagna para recomeçarmos em força, talvez só precise de esperança por dias que me preencham a alma e talvez só precise de Fé, muita Fé no Universo.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
terça-feira, 25 de novembro de 2014
ah ah ah
Vi esta imagem no blogue da Pipoca mais Doce. Esta comparação é a mais ridícula que li nos últimos tempos. Tenho medo, muito medo de quem não consegue separar um Homem como o Mandela, de uma pessoa tão vulgar como o Sócrates.
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Amor maior que a Vida:
Tenho-te em mim todos os dias: em pensamentos, em actos e em recordações que guardo com saudade do lado esquerdo do meu peito. Há dias em que as saudades são facilmente ultrapassadas pela azáfama do dia-a-dia, mas noutros ela desperta, aperta e torna-se bem presente na minha memória. A dor já não me esmaga, acho que consegui aprender a ter-te comigo bem Viva no meu coração e não nos meus braços, mas há momentos em que a tua ausência faz-me sentir meio perdida. Fazes-me falta. Vou procurando o teu amor e revendo a tua imagem noutras pessoas, contudo não é, de todo, o mesmo. Não és tu e eu precisava tanto de ti, dos teus beijinhos, dos teus abraços, dos teus sábios conselhos, ou simplesmente da tua presença. És o meu exemplo, quem me guia e é em ti que vou buscar as forças que preciso. Às vezes pergunto-me que conselhos me darias, o que farias, como agias. Muitas das vezes não sei a resposta, ou até sei mas falta-me o teu empurrão, a tua voz, a tua força, a tua coragem. Faltas-me tu e só tu.
sábado, 15 de novembro de 2014
Blog Your Dreams *
Em breve vou ao Porto com mais duas amigas. Vou juntar o regresso ao Porto que adoro, a companhia de duas pessoas maravilhosas e a necessidade de fugir daqui. Precisava urgentemente de fugir a esta rotina de casa - faculdade - casa - café. Assim, fiz o convite e como são fantásticas aceitaram. É frustrante ir à faculdade apenas duas vezes por semana e o resto da semana ser passada em casa ou em poucos cafés. Sou uma pessoa activa, que gosta de desafios, de ser estimulada e neste momento não me sinto satisfeita. Preciso de desafios novos, pessoas novas, sítios novos, experiências novas. Preciso de me renovar e penso que esta escapadela vai me fazer muito bem.
Então eu pensei: se eu vou ao Porto e se eu sigo ou seguia (porque deixaram de escrever com muita pena minha) algumas bloggers do Porto, tem que existir um café. Pedi conselhos sobre sítios a visitar, para a borga e fiz o convite. Porém, houve um (e desculpem-me as outras meninas) que teve um impacto diferente em mim. Talvez porque sinta uma grande admiração por ela e falo da Rita, d' "Este blog precisa de um nome". Enviei o e-mail com a consciência que o não era garantido e que até poderia não ser respondido. A resposta veio hoje, com um pedido de desculpas pela resposta tardia e com sinal positivo. Já dei pulinhos de alegria. Obrigado, Rita! :)
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Vinde a mim, vinde!!!
Isto da crise é uma merda, então nada melhor que arregaçar as mangas e pôr mãos à obra. A C. chic é a minha página onde coloco lá trabalhos feitos por mim, colares, pulseiras e tudo e mais alguma coisa. Já a tenho há algum tempo, mas por vários motivos afastei-me destas lides. Agora voltei e em força!!! Ide por gosto ide e partilhar com as vossas amigas! Obrigado!!!
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Ainda?
Sim ainda dói. Consigo me recompor, longe de ti, da tua presença que ainda não me é indiferente e ainda me perturba. Mas quando te vejo o chão foge-me dos pés, as minhas pernas tremem e a minha voz falha. Lá vem tudo outra vez. As lembranças, os pensamentos, as mágoas e a puta da expectativa que digas aquelas palavras que gostava de ouvir mas sei que não vão ser ditas. Acho que o problema está todo aí, nas falsas expectativas que vamos criando. E são falsas porque, por muito que queiramos, elas não se irão tornar realidade. E são ainda mais falsas porque nós temos bem consciência disso, mas elas conseguem sobrepor-se ao lógico e ficam a pairar nas nossas mentes iludidas. Começamos a pensar que aquele olhar de relance foi para nós, que aquele sorriso foi para nós, que tudo o que o outro faz é para nós. E que se calhar, afinal, ainda pode haver esperança em algo mais que acabado. Que puta de lógica isto faz? Não faz.
Sim, ainda dói. Ainda.
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
pobre sofre, então se for mulher!
Uma pessoa está descansada a cuscar as novidades dos "amigos" facebookianos e depara-se com esta camisa:
No corpitcho da Cristina Ferreira. Fui guiada pela curiosidade e deparei-me que é da sua loja, mas podia vir para a minha casa não fosse o preço. Aquela barreira constante na minha Vida.
No corpitcho da Cristina Ferreira. Fui guiada pela curiosidade e deparei-me que é da sua loja, mas podia vir para a minha casa não fosse o preço. Aquela barreira constante na minha Vida.
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Sempre gostei de borboletas!
Eu ando por aqui. Às vezes carrego no botão "criar mensagem nova" , mas as palavras fogem-me dos dedos e eu não corro atrás delas. Sinto falta, talvez por isso esteja agora a tentar agarrá-las. Disse a mim mesma que voltava ao blogue com outro tipo de textos, com o astral mais elevado, mas ainda não é desta. Continuo em frente aos trambolhões, uns doem mais do que outros, salvam-me a minha família e amigos que são a minha rede de amparo. Estou numa fase de introspecção um pouco forçada, mas talvez necessária. Quando não nos sentimos felizes o melhor é parar e mudar a direcção do caminho. Mas às vezes somos obrigados a mudar essa mesma direcção, mesmo que queiramos continuar pelo mesmo caminho. E isso magoa, sentimo-nos perdidos. "Para onde vamos", "o que fazemos", "como fazemos"... Quando chegamos ao fim do trilho, a única solução é olhar para os lados e perceber que podemos, nós, fazer os nossos próprios atalhos, que o caminho se faz caminhando sempre em frente ou para os lados, mas nunca para trás. Quando começamos a dar os primeiros passos, mesmo a tropeçar, percebemos que a vida é mesmo assim: em constante mudança e que uns caminhos terminam, mas outros começam. Afinal são os nossos pés que têm o poder de abrir novas metas, as que nós quisermos. Basta acreditar. Basta sonhar. Basta crer em nós e nas nossas bússolas interiores que nos guiam para o melhor.
Neste momento estou a mudar de direcção, a abrir um novo caminho. Não sei para onde vou, mas sei para onde não quero ir. E se por um lado tenho medo do desconhecido, por outro tenho fé nas surpresas boas da Vida. Resta-me esperar que o caminho fique cada vez mais firme, os meus passos cada vez mais seguros e que comece a desfrutar desta minha nova caminhada!
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
sábado, 18 de outubro de 2014
Tempo.
Podemos ler as mais frases mais bonitas e cheias de verdades (quase) absolutas. Podemos saber que direcção devemos seguir- sempre em frente. Podemos até saber o que quereremos e distingui-lo do que merecemos. Podemos ter tudo isto bem presente na nossa mente, mas quando o assunto mexe e remexe com o
coração, aí só precisamos de tempo: para aceitar, para compreender, para
crescer. Tempo. E neste momento é dele que preciso, das suas respostas, dos
seus ensinamentos, mas mais importante, das suas curas.
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Prémio Nobel da Paz: Malala e Kailash
Fiquei Feliz. O meu coração está orgulhoso deste prémio, mesmo não conhecendo a Malala pessoalmente (infelizmente) e conhecendo apenas a história dela, o caminho de luta, de garra e de coragem, Malala é, sem dúvida, um dos grandes exemplos para mim de força. Sendo eu uma feminista, o meu orgulho também vem de ser uma rapariga a conseguir vencer o prémio e o muito preconceito porque sofreu e ainda sofre. Muitos ou muitas, não sabem a sorte que têm por terem nascido em países onde a igualdade de géneros é imposta e aplicada, existindo a escravidão do sexo """"mais fraco"""".
Malala tem apenas 17 anos e já fez tanto, mas tanto por este mundo. Confesso que nunca tinha ouvido falar de Kailash Sayyarthi, mas quando acabar de escrever este post, a primeira coisa que irei fazer é pesquisar sobre as suas acções humanitárias. Já o ano passado Malala tinha ganho outros prémios que me tinham deixado orgulhosa, mas este inchou ainda mais o meu Coração.
Que este reconhecimento seja a abertura de novas portas e janelas para o conhecimento das causas defendidas por estes dois grandes Seres Humanos e para as tantas, mas tantas meninas que, ainda hoje, em pleno século XXI continuam a ser tratadas como simples objectos sexuais e de escravidão.
Que este reconhecimento seja a abertura de novas portas e janelas para o conhecimento das causas defendidas por estes dois grandes Seres Humanos e para as tantas, mas tantas meninas que, ainda hoje, em pleno século XXI continuam a ser tratadas como simples objectos sexuais e de escravidão.
"[Ao ser ameaçada pelos talibãs, em 2012] Comecei a pensar: se um talibã viesse, o que faria? Talvez tirar um sapato e bater-lhe. Só que, se o fizesse, não haveria diferença entre mim e o talibã. Não devemos tratar os outros com crueldade. Devemos lutar pela paz, pelo diálogo e pela educação. Então decidi: dir-lhe-ei o quão importante é a educação e que a desejo até para os seus filhos e dir-lhe-ei que era isso que lhe tinha a dizer, mas que ele podia fazer o que quisesse" Malala Yousafzai
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Sentir *
Perguntam-me como estou. Eu respondo que estou bem obrigado, mas a resposta vem sempre "quem é que queres enganar?". E ai respondo com o coração, que posso não estar bem, com o sorriso alegre que me caracteriza e riso fácil, mas irei estar. Que não é por me doer uma parte do coração que se alastra para outros pontos vitais do mesmo. Que se uma porta se fechou, existem ainda as janelas abertas e as outras portas do lado. O mundo está cheio de opções, cabe-nos a nós escolher a melhor para nós. É importante conseguirmos ter a noção do real problema, não fazer com que seja um pedregulho que nos tapa o caminho, mas sim um grau de areia ao qual conseguimos contornar sem grandes problemas. Mas se vierem os problemas é focar em arranjar soluções. Se realmente estou bem? Depende para que lado olho, se para o menos bom e sinto o coração pequeno quase esmagado ou para o bom, para o Coração que incha com a família que me ama e protege e os amigos que me apoiam e me aturam. Embora saiba que existem estes dois lados, e que alguns problemas da vida têm a dimensão que lhes dermos, na prática é complicado pensar sempre no lado positivo. Por isso há alturas em que me permito olhar para o lado menos bom e chorar, ficar triste, pensativa. Porque é importante sentir, até que o sentimento que nos encolhe comece a desvanecer, as lágrimas a secarem, a tristeza a ir embora e os pensamentos a começarem a focar-se no lado certo da nossa vida.
"Há quem pense que as pessoas fortes não choram, não têm dias não, não se desiludem, não batem com a porta, não viram a vida do avesso. Que têm o coração, a alma e a pele diferente dos outros. Porque são fortes, aguentam.
Mas alguém é menos forte quando chora? Qual é o problema de chorar? Qual é o problema deitar tudo cá para fora? Qual é o problema de dizer tudo o que nunca dissemos? Qual é o problema de querer ser tudo o que nunca fomos? E de querer ter tudo que nunca tivemos? Medo do que os outros pensam? Medo de sermos julgados? Mas quem é vive dentro de nós? Quem é que vive a nossa vida? Somos fracos quando mostramos tristeza, desilusão, mágoa?
Chorar, sim. Sentir tristeza, sim. E desilusão. E mágoa. E vontade de gritar, de bater com a porta, de virar a mesa. Chorar tudo hoje e amanhã e mais um par de dias se nos apetecer. Dar-nos esse tempo de poder sentir tristezas, desilusões ou mágoas.
Depois limpar as lágrimas, levantar o queixo, sentir a força retemperante do alívio. Arrumar tudo que não nos faz bem nas prateleiras mais altas de nós. Seguir em frente.
Amanhã é outro dia e ninguém devia seguir pela vida triste, aos soluços, a chorar aos bocadinhos todos os dias (ainda que seja por dentro). Porque há muitas coisas boas que se perdem enquanto caminhamos de olhos postos no chão e enquanto choramos de olhos fechados para a vida, é verdade.
Mas ninguém é menos forte quando chora, quando se sente triste, desiludido ou perdido. Ninguém."
Mas alguém é menos forte quando chora? Qual é o problema de chorar? Qual é o problema deitar tudo cá para fora? Qual é o problema de dizer tudo o que nunca dissemos? Qual é o problema de querer ser tudo o que nunca fomos? E de querer ter tudo que nunca tivemos? Medo do que os outros pensam? Medo de sermos julgados? Mas quem é vive dentro de nós? Quem é que vive a nossa vida? Somos fracos quando mostramos tristeza, desilusão, mágoa?
Chorar, sim. Sentir tristeza, sim. E desilusão. E mágoa. E vontade de gritar, de bater com a porta, de virar a mesa. Chorar tudo hoje e amanhã e mais um par de dias se nos apetecer. Dar-nos esse tempo de poder sentir tristezas, desilusões ou mágoas.
Depois limpar as lágrimas, levantar o queixo, sentir a força retemperante do alívio. Arrumar tudo que não nos faz bem nas prateleiras mais altas de nós. Seguir em frente.
Amanhã é outro dia e ninguém devia seguir pela vida triste, aos soluços, a chorar aos bocadinhos todos os dias (ainda que seja por dentro). Porque há muitas coisas boas que se perdem enquanto caminhamos de olhos postos no chão e enquanto choramos de olhos fechados para a vida, é verdade.
Mas ninguém é menos forte quando chora, quando se sente triste, desiludido ou perdido. Ninguém."
terça-feira, 7 de outubro de 2014
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Ao contrário do que eu esperava Setembro foi um mês difícil, e o inicio deste mês continua a ser complicado. Sei que só o tempo me poderá ajudar, e sinceramente desejo fortemente que estes dias passem a correr e que cheguem aquele cheios de Luz e serenidade. Até lá, o coração continua a doer, mas sempre apoiado por quem dia após dia o aconchega e me ajuda a erguer a cabeça bem no topo.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Limpar, organizar, arrumar
Hoje de madrugada deu-me uma enorme vontade de arrumar o quarto. Ando com ideias de fazer uma pequena remodelação e comecei pelas caixas enormes cheias de folhas com apontamentos, slides e cadernos da faculdade. Organizei as disciplinas da faculdade e deitei fora umas 5798 folhas de apontamentos que já não me faziam falta. Ao pegar em cada molho de folhas vinha a nostalgia. Pegava em certas folhas e parecia que as tinha escrito ontem. Lembrava-me do momento e soube bem recordar. Neste momento tenho o quarto virado do avesso, a preguiça deu lugar à anterior vontade de arregaçar mangas, talvez para as 3h da matina me ponha outra vez a arrumar. Mas mais importante que limpar, organizar e arrumar o quarto é limpar o que não me pertence do coração, organizar as ideias nesta cabeça e arrumar os momentos que já não voltam em gavetas na memória da Vida.
terça-feira, 30 de setembro de 2014
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
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